A primeira pós-graduação do Brasil focada na prática profissional avançada da avaliação biopsicossocial das deficiências.
Da insegurança técnica à prática profissional avançada
Um método estruturado para avaliar a deficiência com segurança, aplicado a casos de diferentes finalidades, com instrumentos, critérios e um corpo docente multiprofissional. Conduzido por quem participou diretamente da criação do principal instrumento brasileiro de avaliação biopsicossocial das deficiências.
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O momento é agora
Desde 2015, a Lei Brasileira de Inclusão transformou o modo como o Brasil compreende e avalia a deficiência. O modelo biopsicossocial deixou de ser uma discussão acadêmica e passou a ser uma exigência real: na inclusão no trabalho, nas perícias, nos benefícios, nos concursos e nos processos judiciais. E profissionais sérios passaram a ser chamados a fazer essas avaliações sem uma formação que os preparasse para isso.
A avaliação biopsicossocial é hoje requisito legal em programas federais, estaduais e municipais relacionados à inclusão e aos direitos da PcD.
Bancas de avaliação biopsicossocial estão sendo exigidas em concursos de todo o país, criando demanda crescente por profissionais habilitados.
BPC, aposentadoria da PcD e outros benefícios dependem de avaliações tecnicamente fundamentadas no modelo biopsicossocial.
A caracterização da deficiência para fins de Lei de Cotas exige profissionais que compreendam critérios técnicos precisos e atualizados.
Avaliações para acesso a ações afirmativas no ensino superior e políticas de permanência demandam conhecimento biopsicossocial aprofundado.
Laudos periciais, assistência técnica e prova técnica em processos judiciais são áreas em franca expansão para profissionais qualificados.
Existe uma demanda crescente e ainda poucos profissionais realmente preparados. Mas o motivo mais importante é outro: as pessoas avaliadas precisam de avaliações justas. E isso depende de profissionais que saibam exatamente o que estão perguntando e até onde podem concluir.
Você se identifica?
Estas são situações comuns na rotina de quem avalia a deficiência. Em todas elas, o diagnóstico sozinho não responde à pergunta que está sendo feita.
O candidato chega para a admissão pela Lei de Cotas com um laudo de diagnóstico, e você precisa responder se aquela pessoa se caracteriza como pessoa com deficiência.
A condição parece se enquadrar para uma função e não para outra, e surge a dúvida sobre o que, exatamente, está sendo avaliado.
A empresa quer admitir sem restrições uma pessoa cuja condição pode se agravar, e o médico do trabalho fica no meio, entre a inclusão, a aptidão e o risco.
A perícia de uma condição que não aparece no exame físico: autismo nível 1, fibromialgia, dor crônica.
O paciente pede um relatório no consultório e precisa ter sua situação funcional compreendida.
A assistência técnica, as bancas, os concursos, as políticas públicas e as equipes multiprofissionais, cada um com uma pergunta diferente.
Receio de cometer erros ou injustiças numa decisão que produz efeitos concretos na vida de uma pessoa.
Tempo demais para analisar um caso, indo e voltando nas mesmas informações.
Insegurança sobre a conclusão, sem saber se ela se sustentaria diante de uma contestação.
Informações espalhadas em fontes dispersas, sem um fio condutor para organizá-las.
Isso não é falta de estudo. É falta de um caminho.
A virada
Muitos profissionais conhecem cada dimensão separadamente, mas sentem dificuldade para integrar o conjunto. Outros investigam muito bem, mas não se sentem seguros para definir até onde as evidências permitem avançar. O desafio nem sempre está na falta de conhecimento. Está em organizar, relacionar e aplicar esse conhecimento de forma consistente em situações reais.
Sua vaga

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Bônus exclusivos
Além da pós-graduação completa, você recebe recursos para acompanhar você entre uma aula e outra.
Um ambiente fechado para alunos da pós, com networking, discussão de casos, troca de experiências e atualização contínua sobre instrumentos e legislação. Para que você não fique sozinho diante de um caso difícil.
Um assistente de inteligência artificial treinado com a metodologia da Dra. Lailah para apoiar o estudo e a estruturação de relatórios biopsicossociais. Ele responde a uma necessidade comum na área: parar de procurar respostas em fontes dispersas.
A gravação completa da imersão, para você rever o conteúdo, os exercícios e as discussões sempre que quiser.
A mentoria aceleradora de resultados na avaliação biopsicossocial da Dra. Lailah: caracterização das deficiências, aplicação do IFBrA, estruturação de laudos e precificação da sua atuação.
Sua transformação profissional
O que a maioria dos profissionais que avaliam a deficiência busca não é mais um diploma. É segurança técnica para sustentar melhor aquilo que já faz. A formação foi desenhada para isso.
Você conduzirá avaliações com fundamento metodológico sólido, sabendo exatamente o que está fazendo e por quê.
Condições não aparentes, informações contraditórias, finalidades diferentes: você saberá o que perguntar, em que ordem e onde parar.
O receio legítimo de errar deixa de ser insegurança solta e passa a ser método.
Laudos, pareceres e relatórios coerentes com a investigação, com as evidências e com os limites do seu papel profissional.
Você compreenderá o IFBrA/IFBrM em profundidade: não apenas como preencher, mas como interpretar, fundamentar e aplicar.
Um método bem incorporado não reduz só o risco de erro. Reduz o tempo gasto com cada avaliação.
O que você vai aprender
A formação é organizada em três dimensões que se conectam ao longo de todo o percurso. O fundamento orienta a aplicação. A aplicação produz as evidências. E a atuação profissional exige que todo esse caminho seja coerente com a finalidade.
Modelo biopsicossocial, funcionalidade, deficiência, impedimentos, barreiras, participação e direitos, sempre ligados à prática.
Investigação, escolha e uso de instrumentos, análise das informações, integração das evidências e estudo de casos.
Finalidades da avaliação, limites de cada profissão, atuação multiprofissional, documentação técnica e sustentação das decisões.
Evolução histórica dos modelos de deficiência, funcionalidade e direitos humanos. Legislação nacional e internacional (LBI, Convenção ONU), discriminação, fiscalização e introdução à CIF e aos instrumentos de avaliação biopsicossocial.
Critérios técnicos de caracterização de impedimentos físicos, sensoriais, mentais e intelectuais. Aplicação prática do IFBrA/IFBrM, pontuação, desempenho funcional, barreiras, fatores contextuais, participação social e método Fuzzy.
Legislação e normas técnicas (ABNT, NBR 9050), tecnologias assistivas e adaptações razoáveis. Estruturação de laudos e pareceres técnicos: elementos essenciais, principais erros, segurança jurídica e estudos de caso aplicados.
Inclusão da PcD nas empresas: critérios técnicos, Lei de Cotas e responsabilidades institucionais. Bancas de avaliação biopsicossocial, ações afirmativas, cotas no ensino superior e estratégias de permanência e adaptação razoável.
Ergonomia aplicada e análise ergonômica do trabalho. Adaptação de ambientes corporativos e institucionais. Consultoria especializada em inclusão, gestão de serviços, aspectos administrativos e contabilidade aplicada aos profissionais da saúde.
Perícia judicial e assistência técnica na avaliação biopsicossocial. Perícia psicológica e social para benefícios e direitos da PcD. BPC, aposentadoria por deficiência, proteção social e elaboração de laudos judiciais com fundamentos éticos e legais.
Desenvolvimento, características e especificidades da comunicação e linguagem no Transtorno do Espectro Autista, com abordagem prática para avaliação e atuação profissional.
Relação entre o Transtorno do Espectro Autista e as disfunções executivas: impactos na funcionalidade, participação social e estratégias de avaliação e intervenção.
Características, sintomas e especificidades do TDAH ao longo do desenvolvimento humano, com foco nos impactos funcionais e na avaliação biopsicossocial em diferentes contextos.
Durante as aulas da pós-graduação a Dra. Lailah desenvolverá um livro com os alunos. Cada aluno terá um capítulo nesse livro, que será posteriormente publicado por uma editora.
Corpo docente
O critério para montar este corpo docente não foi só a formação de cada um, mas o problema real que cada um ajuda a resolver.
Medicina do Trabalho
Especialista em Medicina do Trabalho e Cardiologia pela UFF e Especialista em Psiquiatria pela Estácio. Médica do Trabalho. Trabalha, junto com a Adriana, a caracterização da PcD nas empresas: critérios técnicos, processos decisórios e responsabilidades institucionais.
Terapia Ocupacional
Especialista em Ergonomia e Saúde Mental e Trabalho. Terapeuta Ocupacional e autora do livro "Uma Terapeuta com Pensamento Invertido". Trabalha a caracterização da PcD nas empresas e a consultoria em inclusão.
Serviço Social
Doutor em Sociologia pela UnB, Mestre em Política Social e graduado em Serviço Social, também pela UnB. Atuou no INSS, no Ministério dos Direitos Humanos como Coordenador-Geral de Promoção dos Direitos da PcD, e foi consultor do Banco Mundial para o tema de deficiência. Trabalha BPC, aposentadoria da PcD e proteção social.
Serviço Social · Perícia
Mestre em Serviço Social e Política Social pela UEL, com especializações em Direito Previdenciário e Estado e Políticas Sociais. Perita judicial autônoma para a Justiça Federal de Londrina desde 2015. Trabalha laudos judiciais, pareceres técnicos e fundamentos éticos e legais da atuação pericial.
Serviço Social · Perícia
Especialista em Políticas Públicas e Inclusão Social e em Saúde. Assistente Social com atuação sociojurídica em todo o Brasil, com vasta experiência em avaliações biopsicossociais para PcD e neurodivergentes. Trabalha perícia judicial, assistência técnica e construção da prova técnica.
Psicologia
Especialista em Psicologia em Saúde. Psicóloga da Secretaria de Estado da Administração, com atuação em perícia psicológica no âmbito do trabalho e saúde do trabalhador. Trabalha a perícia psicológica e social aplicada a benefícios e direitos da PcD.
Psicologia · Educação
Mestre em Educação pela UFBA e Doutoranda em Educação (FACED/UFBA). Psicóloga no Instituto Federal de Educação, em equipe multiprofissional. Trabalha acesso à educação, ações afirmativas, cotas, bancas de avaliação e estratégias de permanência.
Psicologia · Inclusão
Especialista em LIBRAS e em Psicopedagogia. 19 anos de experiência em inclusão de PcD no mercado de trabalho, na Ímpar Inclusão e Diversidade. Diretora de Diversidade e Inclusão na ABRH Santa Catarina.
Ergonomia · Terapia Ocupacional
Especialista em Ergonomia e Sistemas de Gestão Integrados, com foco em Inclusão e Acessibilidade. Ergonomista Sênior e Terapeuta Ocupacional. Trabalha análise ergonômica, acessibilidade e adaptação razoável.
Contabilidade
Bacharela em Ciências Contábeis. Sócia proprietária da Unclik Contabilidade Digital, Unclik Treinamento e Unclin Contabilidade. Trabalha gestão de serviços, aspectos administrativos e contabilidade aplicada.
Quem conduz sua formação

Fundadora · Coordenadora da pós
A Dra. Lailah não aprendeu avaliação biopsicossocial em livros: participou da construção do sistema que hoje rege a avaliação de deficiência no Brasil. Ela vai estar com você ao longo de toda a formação, especialmente naquele momento em que o método precisa virar decisão: quando as informações não fecham e é preciso saber até onde é possível concluir.
Residência em Medicina Preventiva e Social e Mestrado em Saúde Coletiva pelo HC-UFMG.
Atua nos grupos de fiscalização de Inclusão das Pessoas com Deficiência e Saúde e Segurança do Trabalho.
E analista pericial no Ministério Público do Trabalho.
Integrante do Grupo Interministerial de elaboração do IFBr e do grupo técnico de validação do IFBrM, o instrumento oficial de avaliação biopsicossocial do governo brasileiro.
Integrante do grupo de elaboração da parte de Saúde e Segurança do E-Social. Diretora do Instituto dos Direitos das Pessoas com Deficiência – IDPCD e Conselheira Técnica do Instituto Diferente.
Aplicação prática
A avaliação biopsicossocial está presente em múltiplos contextos profissionais. Ao desenvolver essa competência com profundidade, você amplia as possibilidades de aplicação do seu conhecimento em diferentes frentes de atuação.
Avaliações biopsicossociais em diferentes contextos institucionais
Elaboração de pareceres e relatórios técnicos fundamentados
Processos relacionados a benefícios assistenciais e previdenciários
Aposentadoria da pessoa com deficiência
Bancas de avaliação em concursos públicos
Inclusão no mercado de trabalho e Lei de Cotas
Educação inclusiva e ações afirmativas
Gestão pública e políticas de inclusão
Perícias judiciais e assistência técnica
Consultorias técnicas em inclusão e acessibilidade
Atuação em equipes multiprofissionais
Formação e capacitação de equipes sobre o tema
Uma reflexão importante
A decisão de se especializar tem um custo. Mas a decisão de não se especializar também tem, e esse segundo custo raramente é calculado com clareza.
Sem uma formação aprofundada, a dúvida sobre a própria conclusão técnica tende a permanecer, e a crescer à medida que as exigências aumentam.
Sem um método, você volta ao caso várias vezes, procura respostas em lugares diferentes e, mesmo assim, termina sem saber se a conclusão está bem sustentada.
O IFBrA, o IFBrM e o método Fuzzy são complexos. Sem compreensão aprofundada, o risco de aplicação inadequada é real.
Concursos, bancas de avaliação, perícias, consultorias e processos institucionais exigem cada vez mais qualificação formal.
A insegurança para assinar um laudo ou parecer tem consequências práticas, na atuação, na relação com outros profissionais e na própria percepção de competência.
Avaliações sem método tendem a minimizar repercussões reais ou a concluir cedo demais. Entre esses dois extremos existe o trabalho técnico da avaliação.
A pergunta não é quanto custa um curso. É quanto vale conduzir uma avaliação sabendo exatamente o que foi perguntado, quais evidências sustentam a conclusão e até onde ela pode ir.
Para quem é essa pós
Para caracterizar a deficiência nas admissões por cotas, separar caracterização de aptidão e emitir laudos com segurança técnica.
Para peritos judiciais, previdenciários e do serviço público que precisam fundamentar conclusões sobre deficiência, BPC e aposentadoria da PcD.
Psiquiatria, neurologia, ortopedia, clínica médica, geriatria, pediatria e demais especialidades que emitem relatórios e laudos para pessoas com deficiência.
Para estruturar laudos sociais com metodologia reconhecida e atuar com autoridade em processos de direitos.
Para atuar em avaliações, bancas e perícias com domínio dos instrumentos oficiais.
Para aplicar o IFBrA/IFBrM com precisão e aprofundar a atuação clínica e pericial.
Enfermagem, fonoaudiologia e outros profissionais que atuam com inclusão e avaliação da deficiência.
Para fundamentar provas técnicas e atuar com rigor em processos envolvendo pessoas com deficiência.
Antes de decidir
Esta é uma pós-graduação lato sensu, com estrutura curricular, requisitos acadêmicos e certificado de especialista. O que a torna singular é a maneira como esse percurso acadêmico foi construído em torno da prática profissional avançada.
Os casos conectam fundamentos, investigação, instrumentos, contexto e decisão. Não aparecem como ilustração depois da teoria.
Incluindo as condições que mais geram dúvida: aquelas que não são aparentes.
Integrar contribuições de diferentes profissões, sem perder os limites e as responsabilidades de cada uma, faz parte da competência.
Um espaço para discutir casos, trocar experiências e acompanhar as atualizações da área.
Treinado com a metodologia da Dra. Lailah, para consultas e apoio na estruturação de relatórios.
Pesquisa, participação em grupos técnicos e vivência direta na implementação desse tema no Brasil.
Não se trata de decorar respostas ou reproduzir modelos. Trata-se de compreender o fundamento de cada decisão e saber quais passos precisam ser dados antes de concluir.
Dúvidas frequentes
Para levar para a sua prática
A pós transforma esse raciocínio em competência profissional, com tempo, casos variados, instrumentos, critérios e acompanhamento por 12 meses. Para quem quer avaliar com segurança e saber exatamente até onde pode concluir.
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